Aquando da adesão à CEE (hoje UE), um dos principais argumentos era de que os trabalhadores podiam deslocar-se facilmente à procura de trabalho em qualquer outro país. Sendo assim, muitos empregos perdidos com o encerramento de empresas, seriam recuperados noutros países da Europa.
Passados mais de 20 anos, por detrás do pano das comemorações burocráticas é tempo de fazer as nossas contas: apenas 2 por cento dos cidadãos da UE trabalham fora do seu países, existindo cerca de 16 milhões de desempregados
Sem papas na língua afirmamos: temos o país destruído, o nosso futuro está hipotecado, a UE é um fiasco.
É tempo de castigar os culpados.
terça-feira, outubro 07, 2008
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